<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8811298078741411022</id><updated>2011-04-21T14:25:59.620-07:00</updated><title type='text'>Immortal Lust</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://immortallust.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8811298078741411022/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://immortallust.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Malcovich, R. &amp;amp; Camplett, E.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10503236685333675800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>10</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8811298078741411022.post-4575511489415459501</id><published>2007-11-10T11:54:00.000-08:00</published><updated>2007-11-10T12:05:25.430-08:00</updated><title type='text'>A Chuva - By Kock and Lila</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_D8hV9D1elGw/RzYNaiMT1EI/AAAAAAAAATc/_wOo2fwgAgk/s1600-h/Animal_Passion_by_ArtphotogAK.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5131303574941455426" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_D8hV9D1elGw/RzYNaiMT1EI/AAAAAAAAATc/_wOo2fwgAgk/s400/Animal_Passion_by_ArtphotogAK.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Eu gosto de chuva. Gosto de ficar olhando-a pela janela e ver como lava tudo. Corpo, alma, carros, pessoas desavisadas que chegavam em casa agora pela madrugada e entravam rapidamente em seus apartamentos, homens que tentavam cobrir mulheres, uma nota de um cavalheirismo que eu mesmo achava que nem existia. Já faz algum tempo que estou aqui sentado na janela. Não da minha casa, mas da casa dela. Um lugar aconchegante por assim dizer. Móveis delicados, como toda ela. E um sorriso me brota aos lábios, olhando para fora. Não faz nem o que? Seis horas? Eu fui ao bar, e mais uma vez Rafa e suas piadas falidas passavam da conta. Resultado? Glicose e uma noite num hospital. Eu o xingava. A ele e a todos os seus possíveis e prováveis herdeiros. Perder uma noite de farra em minha vida era imperdoável. E foi xingando Rafa que o deixei no soro e fui para a cantina do hospital. A maquina desgraçada ficou com a minha moeda... Definitivamente não era meu dia... E era minha única moeda... Eu me irritei... E soquei a maquina... Nos filmes sempre funciona. O refrigerante desce. É. Não estou num filme. E veio o toque delicado a bater em meu ombro oferecendo ajuda com a maquina temperamental. Sorrisos, e os dela pareciam me abrir à alma. Eu agradeci, tomamos um café, conversamos, rimos, eu quis esperar o final do plantão, prometi uma carona, ela me ofereceu mais café. Aceitei, e foi o café, os risos, a conversa, os beijos. A minha boca que se adiantava no meio de um riso desprevenido que ela me dava e calava o sorrir com umidade. Com um beijo assustado que aos poucos cedia lugar ao convite. A boca que se entreabria para receber a língua ávida. A minha mão que ganhava a cintura... A dela que tomava a nuca. Beijos doces, calmos, delicados como o corpo dela que deitava-se sob o meu no sofá da sala dela.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Noite passada lamentava-se por não ter companhia... Ou será que isso era apenas mais um monstro dentro de sua mente que teimava em assustá-la? O que se podia dizer é que em meio aos traumas os sentidos eram perspicazes e por mais que tudo passasse rápido, cada momento era inesquecível... O que estava fazendo? Deixando-se levar pelo barulho incessante da chuva, como se cada gota fosse um retumbar grave na sua cabeça. Droga, era lindo demais fitá-lo enquanto não poderia deixar a chuva parar de cair... Estava sobre o móvel e agora não poderia escapar da maciez de sua boca ou da rispidez sonhadora de sua língua... Que membro desejável! Desde o pousar de seus olhos sobre ele aquilo se tornou um castigo, e não sentir seu corpo ou seu casulo intocável era ainda mais um pecado, pior do que já estava a cometer.&lt;br /&gt;- Espere... Vamos, espere...&lt;br /&gt;A boca esbravejava quando os lábios entreabriam-se, deixando que um sussurro quente e extasiado lhe saísse sem aviso. As mãos tocavam seu rosto como se a última coisa que tivesse em posse era sua face. Ela questionava-se, maldita hora daquilo acontecer, Deus como podia? Um resvalar de sua mão à dele e logo sentira que seus olhos a possuíam de certa forma e que seu toque era excitante demais para se poder parar. Olhe para mim, olhe dentro dos meus olhos, você vê? Precisa que a chuva pare de cair para que possa me fazer feliz hoje? As mãos pareciam buscá-lo fortemente como se o perdesse em cada beijo, em cada sentir de seus dedos correndo por sobre suas marcas... Deixe-me ficar, não me leve embora... Ah, não agora, não agora... A mão tocava sua pele e com suas unhas rasgava-se num sentimento, de lá jorrava desejo, como um veneno pronto para ser degustado.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Deixei-me ir antes que os olhos dela se abrissem e pudessem contemplar a noite. A chuva cessava ao mesmo instante em que me vesti. Buscando fazer o menor barulho possível, e deixei-me parar para vê-la dormir. E Deus como era bela. E tinha nela aquelas pintas que me inebriam a alma. Eu perderia toda a noite a contar aquelas estrelas salpicadas na pele clara. E contar com beijos, com a língua ansiosa em provar a pele novamente. Entre risos. De um sexo que começava ao sofá. Com o despir das roupas, com a mão ávida em descobrir o tamanho do seio sem o respaldo da blusa. Em retirar a calça, a minha e a dela. Em beijar cada milímetro de pele pálida. Sentir a mão que timidamente empurrava meu rosto para baixo, indicando numa caricia muda onde ansiava os toques e a minha boca ia. E a provocava, sem tirar a peça. A provocava com o calor dos lábios... Com os olhos presos aos dela. Com o sorriso guardado nos lábios. Sentia o cheiro que vinha da peça molhada. E retirei com cuidado a peça... Não sei... Tive medo de macular-lhe a pele alva com marcas, então ao invés de toques bruscos depositei beijos delicados pelo ventre no deslizar da calcinha. E a afastei... Beijei as tenras coxas... E a abri... Deixei a boca tomar o lugar que ela ansiava em beijos despretensiosos e abri os lábios com os meus lábios. Deixei a língua tomar... Provar... Sugar com suavidade... Até escutar o gemer que saia da delicada boca. A mesma boca que meus dedos tocam tão suavemente agora, quando acabo de abotoar a camisa, deixando sobre a cama o bilhete e o telefone. E saio. Para o vento... Para a noite... Para a chuva.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Céus! Mais claro do que nunca naquela manhã... As roupas deixadas ao léu, pelo menos as minhas estavam enrodilhadas uma sobre a outra como copas de furacões. Talvez aquilo fosse um jeito de tirá-lo do sério, de excitá-lo, de brincar com seus desejos mais ardentes, mesmo antes de arrancar com os dentes um sussurro de seus lábios. Como amaciava uma carne antes de engoli-la, concebendo levemente seu sabor por entre cada parte sensível de sua língua... As mãos aos cabelos denunciavam embalar-me a uma poesia indistinta, éramos nós dois que a escrevíamos: os amantes que mais se dispunham um do outro, que precisavam do pulsar do coração em ritmo comparado para que ambos não parassem. Exigia com esbaforidas selvagens, com gemidos que não se podiam calar, um pouco mais, um pouco mais, meu amor... Deixei que tomasse conta do que era corpo agora, era todo dele e eu nada mais possuía, a não ser que sobre mim não estivesse ou que não fizesse da mesma forma que agora parecia tão instruído, tão carinhoso e desbravador! Senti que cada toque era um marco para uma loucura que não se podia prever. Minhas mãos agora não conseguiam um rumo, estavam incertas como era incerto se ele continuaria comigo pela manhã. Meus cabelos foram prova do que jamais poderia imaginar, entre um levantar de cabeça e outro. Um erguer de corpo. Arranhava suas costas com todo o poder sedutor que tinha, meus olhos permaneciam apertados e eu sentia... Só um pouco mais, um pouco mais... Ele havia me coberto com um lençol de seda finíssimo e suave, como quando se toca na água levemente oleosa... Não conseguia mais senti-lo, eram apenas sonhos, onde minhas sobrancelhas inclinadas e minha testa franzida demonstravam prazer intenso e uma satisfação que me doía. Não saberia explicar! Meu corpo tremeu e eu gemi em cansaço...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;Desde cedo aprendi a tocar o corpo de uma mulher. Não se deve ser brusco demais, como um agricultor que arranca ferozmente da árvore o fruto. Nem sutil demais que ela não vá sequer notar seu toque. Quem melhor conhecedor do corpo feminino do que sua roupa de dormir? Seu babydoll de seda que lhe envolve a carne em seu sono tranqüilo ou acometido de sonhos perturbadores. Os dela deviam ser inquietantes em suas noites. E é assim que toco. Percebam que o babydoll envolve e toca com sutileza quase imperceptível porem segura. Se sustenta na altura dos seios e recai leve e delicado por todo o corpo, como deve ser a mão. Como é a minha mão que desliza da curva dos belos seios para o ventre. O pressionar suave dos dedos, a boca que se afasta da dela num sorrir, que desce observando o olhar. Uma mulher te guia pelo olhar dela. Os dedos que tamborilam no volante do carro no caminho para casa. Chuva. Eu gosto de chuva. Chuvas me lembram molhar, e escorrer pelo vidro do carro, me lembram o molhar que escorria pelas pernas dela. Sinal que fecha, a mão indecisa que controla meu rosto, o sinal abre, o carro segue, a mão que cede e a boca desce. E toma a virilha com um lamber delicado, úmido, o sugar do ventre. Toda mulher é uma caixa de surpresas, como uma caixa de pandora. E esta acabava de abrir, soltando o que havia lá dentro com o repuxar da minha carne, com o pressionar da minha cabeça ainda mais para si. Com o impedir de sair, e o rebolar da anca ansiosa por algo que gritava em seu ser. O corpo jaz estagnado sobre a cama em tremores de carne, o meu sorriso com a língua a deslizar pela boca, sorvendo os últimos instantes de gozo. E o meu corpo a subir, minhas pernas tomando o caminho entre as dela, que se abrem rendidas. Encaixar. A respiração faltar num prender do ar, deslizar. Sentir-se inteiro dentro dela e mover. Suave, sorrindo para as sobrancelhas arqueadas, o cenho contraído. Abro a porta deixando lap, celular e chaves sobre a mesa. Um banho, um copo de achocolatado, cama. Sono.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;O entreabrir de lábios que quase não conseguiam mover-se, que eram contidos por suspiros e gemidos quentes. As mãos que seguiam pelas dunas do corpo, fixando-se aqueles cabelos sonhadoramente macios. As unhas acariciavam o couro cabeludo. Em meio a sorrisos instigantes e um pestanejar de pálpebras lá estava ele, tão altivo e surpreendente. Deixe-me respirar profundamente... Apertei meus lábios e olhos, pareciam trêmulos ao seu toque. Desci minha mão por seus braços ávidos, corriam suaves, como o tocar de uma pluma levada pelo vento. Seus dedos entrelaçavam-se aos meus, presos entre um contrair e outro de dedos. Sobre ele sentia-me dominar, em seu colo eu podia controlá-lo como bem quisesse, levando até si ondas de prazer que pareciam fortes contra um rochedo... Meus cabelos lhe caíam como caracóis a face ruborizada, eu pude focá-lo em meus pequeninos olhos de fada. O mesmo brilho estava lá, tive que soltar um leve gemido de dor e apertar suas mãos contra o móvel. Meus quadris eram vagarosos, fazendo possível o prazer de ambos... Não, eu não queria que tivesse logo um fim! Sussurrei-lhe aos ouvidos, palavras de poesia, palavras de canto, palavras que podiam lhe incitar a loucuras. O dedo calou-lhe os alvoroçados e róseos lábios, os mordi com desejo. Dirigi sua mão até minha cintura... O sol no meu rosto pode levantar-me da cama e me deixar sentada com a mão contra o pescoço, descendo leve até o colo, tateando os ossos do corpo magro... Ah, ele estava lá, as cortinas brancas esvoaçantes de veludo estavam com seu cheiro que logo me subiu as narinas, eu senti como se ainda estivesse sobre, sob mim. Liga-me, por favor...&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Photo de Artphotogak&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8811298078741411022-4575511489415459501?l=immortallust.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://immortallust.blogspot.com/feeds/4575511489415459501/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8811298078741411022&amp;postID=4575511489415459501' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8811298078741411022/posts/default/4575511489415459501'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8811298078741411022/posts/default/4575511489415459501'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://immortallust.blogspot.com/2007/11/chuva-by-kock-and-lila.html' title='A Chuva - By Kock and Lila'/><author><name>Malcovich, R. &amp;amp; Camplett, E.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10503236685333675800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_D8hV9D1elGw/RzYNaiMT1EI/AAAAAAAAATc/_wOo2fwgAgk/s72-c/Animal_Passion_by_ArtphotogAK.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8811298078741411022.post-1668619797596586158</id><published>2007-11-03T08:37:00.000-07:00</published><updated>2007-11-03T09:18:44.651-07:00</updated><title type='text'>I - Casual - By Kock and Gia Kali</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_D8hV9D1elGw/RyyfE10mW4I/AAAAAAAAAQ8/HEbW1CJvgHw/s1600-h/showimg.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128648981184142210" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_D8hV9D1elGw/RyyfE10mW4I/AAAAAAAAAQ8/HEbW1CJvgHw/s320/showimg.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color:#00cccc;"&gt;Noite. Engraçado como fechar os olhos pode transportar para um passado recente. Um passado recente e repleto de vozes, festa, olhares que se cruzam. Um chop num bar com mais pessoas, olhares que voltam a se cruzar. Aproximar. É ela estava ali. Bem na minha frente e antes que qualquer um chegasse, eu me aproximei. Conversa agradável, eu a fazia rir. Sempre tive esse talento com mulheres, fazer rir. Um amigo me dizia que mulheres adoram homens que as fazem rir. E como explicar essa coisa de química? Com ela rolou, química, biologia, história, matemática. E olhares passaram a toques sem querer, toques por querer, abraços, beijos... Fechar os olhos é saber o caminho de casa. Saber que bebemos demais para pensar em conseqüências, mas de menos para esquecer ou não saber o que fazer. Meu apartamento ou o seu? Sorrisos como resposta a uma pergunta não feita. Não sei a casa dela, mas ela me segue até a minha. E os beijos se tornam mais intensos no elevador. Cheiro. Eu fecho os olhos na cama e consigo ter de novo o cheiro dela, está aqui nos meus lençóis. Mesmo que a cama agora não abrigue dois. Errar a chave, abrir a porta. Entrar em beijos sôfregos, em mãos que deslizam pela roupa dela, que entram pela blusa de botões.. seios. Deve haver uma coisa psicológica para homens e adorações por seios. Complexo de Édipo sei lá. Os dela eram perfeitos. Cabiam nas mãos, na ponta dos dedos. Na minha boca. E o despertador. Hey, eu sei. Já to acordado. Alias acordado faz tempo. E o meu dedo que desliza no peito. Marcas de unhas. É... eu to acordado. E marcado como gado. Tem coisa melhor?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;Onde está o maldito sapato?”As mãos afastavam a coberta bagunçada na tentativa desesperadora de achar o sapato de salto alto para ir para o trabalho. Era a única coisa que faltava. Para variar, estava atrasada, o que era compensado pela alta competência dela. No entanto, ela ainda sentia um leve arrepiar e sorriu com o canto da boca. “Que se dane o sapato”!" Não ia ficar tão elegante. Não importava. Era uma importante reunião. Lá estavam os diretores, mas, as vozes dele pareciam tão distantes enquanto ela ainda pensava no homem que a deixara desesperada em luxúria, completamente inebriada por sensações prazerosas. Ela brincava de seduzir com ele, era gostoso ver os olhos brilhantes, olhos sequiosos por ela e aqueles olhos mostravam tamanha admiração que ela o queria e mostrava isso com provocações que nunca antes ousara... apenas imaginara. Mas, homem algum a fizera querer se mostrar tanto como aquele homem. Pois é, era como diriam as amigas: Cada foda é única mesmo que seja ruim! Ela afastou os pensamentos libidinosos da mente como se afastasse uma incômoda teia de aranha e sorrindo, adentrou com mente, corpo e espírito na reunião.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#00cccc;"&gt;Nunca acertei dar nós de gravata com precisão. Ao menos não o primeiro nó. Meu pai sempre disse que um homem que não dá seu próprio nó de gravata não é um homem. E o sorriso me brota aos lábios quando ao espelho do banheiro na terceira tentativa de acertar eu vejo as mãos. As mãos delicadas que desfizeram com tamanha rapidez o que eu levava minutos, horas para acertar. Que me tirava a gravata e jogava no chão do banheiro, e puxava os botões da camisa com um sorriso nos lábios. Desenhava-me os pêlos do peito. Preciso parar de pensar. Preciso parar de imaginar... de lembrar. Preciso estar atento ao tic tac do relógio no meu pulso que indica que vou me atrasar para o trabalho. E hoje ainda é dia de reunião com amigos. Dia de sentar no barzinho próximo ao trabalho para conversar sobre a estagiária gostosa, sobre a secretária que estão saindo, sobre quem faz mais o que na cama. E a calcinha de quem alguém guardou, e meu sorriso ao sair do banheiro e abrir a gaveta para pegar a peça. Eles eu não sei.. eu sei muito bem de quem peguei. Um cheiro na peça.. o cheiro dela que parece tomar todo o meu corpo novamente. Tic tac.. hora de ir para o trabalho após o chek in diário. Pasta, paletó, celular, chave do carro, lap top. Uma xícara de café. O jornal de hoje. O bater da porta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#00cccc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;Meio da tarde. A saia do tailleur já começava a irritar e nenhuma chance de escapar para dar uma malhada. O mau-humor iria aumentar com toda certeza. Levara um sabão diante de todos os homens do escritório por estar distante. Tinha que ler um relatório que exigia total concentração. Muitos milhões em jogo e ela não podiam deixar o ar formal de lado. Olhou o delicado relógio de pulso e fez um muxoxo. Pegou a elegante bolsa preta de couro brilhante e saiu para o mundo. Hora de mudar de vida um pouco, fazer as roupas apertadas de mulher chique e inteligente para se entregar a uma prática de movimento corporal satisfatória, onde tiraria da mente os toques delicados do arrancar sutil de roupas, de quando ele desabotoou sua blusa de botão, quase masculina, deixando um colo à mostra apertado por um sutiã de algodão de fundo branco e corações vermelhos. Ela corou um pouco. Não estava preparada para seduzir e brincou com a gravata dele, desabotoando a camisa dele e brincando com o peito nu. Ele deixou a calça dela deslizar e ela corou de novo quando ele percebeu a calcinha com o mesmo motivo do sutiã. Ela o puxou para cima e beijou a boca dele, segurando-o pela nunca, dizendo obscenidades, tudo para ele não reparar que ela havia ficado desconfortável com o desnudamento desejado. Enfim, a calcinha ficou para trás na pressa de voltar para a vida como ela é. Paciência! Perdeu a calcinha para ficar com as lembranças sórdidas, extravasadas em uma gentil aula de dança do ventre.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#00cccc;"&gt;O dia passava tão rápido e A secretária me trazia o almoço. Os médicos dizem que não é saudável almoçar no seu lugar de trabalho. Levante, ande saia, caminhe, vista, compre, beba, venda, a vida às vezes era um engalfinhar de ordens. E meu sorriso vinha ao rosto ao lembrar das palavras que ela me sussurrava. Por receio ou não de peças tão delicadas. E só então eu percebo que estava brincando demais com o sushi. Quando imaginava que meus dedos passavam nos mamilos delicados que tive entre os lábios. Ah a pele.. o gosto da pele, o cheiro da pele. A minha calça que ganhava o mesmo destino que a dela a cueca que era puxada para baixo que quando nos deitamos. E era engraçado como os corpo falam uma linguagem única. Eu a coloquei deitada com o rosto para a cama. Meu corpo por cima do dela. Os dedos a repuxar os cabelos e Deus.. eu tenho que comer. E trabalhar e lembrar que a ultima reunião do dia é numa empresa de empresários chatos. Meu sócio entra perguntando se vou ao snooker hoje. Que estou com cara de quem trepou a noite inteira. E eu sei que arregalei os olhos, porque a gargalhada que ele deixou escapar, dizendo que eu me entreguei fácil desta vez ressonava por todo o escritório. E eu deixo a minha mão coçar a nuca, numa mania de infância, mas o sentir são das unhas, as delicadas unhas que me arranhavam a nuca e a alma. E eu preciso de ar. Começo a achar que os médicos estão certos. Almoçar no local de trabalho pode ser perigoso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#00cccc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;A cadeira girou para o vidro, para a estrutura de vidro que não se abria para o mundo, para o pôr-do-sol. A xícara de chá quente na mão, a fumaça saindo e a vontade da alma respirar um pouco lá fora. Dia estranho! Um pouco de sono. Um sorriso maroto nos lábios pintados de forma perfeita. É, talvez, fosse à falta de sono ou o excesso de energia. A fumaça do chá contrastava com o ar condicionado, da falta de vida do ambiente, do constante bater de teclas, das conversas nos corredores que, mesmo a portas fechadas, eram ouvidas a distância. A fumaça do chá ondulando e os corpos ondulam dessa forma no delicioso movimento fluido do sexo. Sinuoso. Gostoso. Corpos copulando de forma livre... um corpo sobre o outro... o dela por baixo do dele... curvas, sempre em curvas como na fumaça do chá. No sexo, não há ângulos muito retos. Aliás, tem alguns... nem tão retos. A boca redonda sorvendo o ar e gemendo, os corpos se movimentando como numa luta infindável com o fim previsível dos gemidos altos, do tremor do corpo, da carne, inevitavelmente, trêmula... o corpo sentindo as ondas circulares do prazer único do gozo. Um sopro afastou a fumaça e os pensamentos. O sol se foi e hora de voltar ao trabalho!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#00cccc;"&gt;O dia correu tão rápido, a mente me roubando instantes de lembranças com informações e papeis. Como eu posso ter tantos papeis? Lembro de ter tantos Cds, e dela escolher a musica que queria ouvir enquanto dançamos antes do sexo, casual e competente. Loreena McKenith. Um Cd que sinceramente nunca havia escutado. Ganhei de presente num amigo secreto de empresas. Todo fim de ano é assim, vc escolhe alguém, não tem idéia do que comprar, e recebe algo que alguém também não sabia que compraria. Mas ela dançava ondulava o corpo no ritmo da musica que agora parece retumbar na minha mente. O mover do corpo dela, sozinho a dançar. A mesma dança que fazia sob mim. O suor. O gemer. O gosto. Eu lembro do gosto dela em minha boca. Das pernas que apertavam minha cabeça, do riso safado que vinha com o repuxar dos meus cabelos. Pés. Que pés. Eles poderiam desfilar sobre a minha alma. E eu estava rindo de novo. Sei que estava porque quando meu sócio abriu a porta disse um sonoro “e a foda foi das boas heim” “anda Casanova, tem que ir assinar o contrato” E me entendia a pasta. A minha pasta meu lap, meu celular e chave do carro. Será que ele não queria o emprego de governanta na minha casa? Eu vou. No carro Loreena canta pra mim. Canta com uma voz que me lembra os gemidos de gozo. O arranhar das costas. E eu desço. Sei que entro na empresa com aquele sorriso nos lábios. Sei pq me apresento para a recepcionista que me olha por um longo tempo sem saber se rio dela ou para ela. E eu subo. E o cheiro. O perfume.. Não.. eu rio novamente. É o perfume dela.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;Noite. Um banho quente para relaxar a tensão. Banho longo como beijos longos são prazeres divinos. Um pouco de culpa. A água se transforma em ouro. Mas, o corpo precisa relaxar soltar-se no fluir da água que cascateia de cima, do chuveiro. Sem paciência para banho de banheira. Cama macia com lençóis de algodão como as calcinhas de algodão. O melhor é dormir de calcinha velha e rasgada. Falta de glamour total. Meias para proteger os pés e não deixar ressecar. Meias cor-de-rosa pink. Camisetão velho e largo. Ela sorriu ao encarar o espelho para escovar os dentes. Coisa mais anti-tesão do mundo! Num surto, ela retirou o camisetão e encarou parte do colo solto no espelho e se admirou, observou-se admirada que alguém a desejasse que alguém realmente quis que ela sentisse quem ela era e se imantou no espelho por um tempo com a escova pendendo da boca. Ela se tocou e tocou o espelho meio troncha do pensamento perdido. Olhou para os pés calçados nas meias ridículas e se perguntou o que o homem da outra noite acharia se a visse assim com calcinha velha e meias pink... Ele era certinho demais, apartamento arrumado com jornal no lugar, móveis estrategicamente colocados em perfeita ordem, CD's devidamente organizados. Que idéia idiota dançar new age como se fosse dançável! Era a bebida, só podia ser... Um sorriso maroto! Olhou os dentes no espelho e se arrastou até a cama para dormir. Afinal, o sono era necessário, mas, quis ter toques quentes e as lembranças a perturbaram até que sem se dar muita conta pelo cansaço, deixou que os dedos seguissem pelo meio das pernas enquanto os pensamentos vagavam em fantasias absurdas com aquele homem, enquanto o roçar de corpos fluía em sua mente como uma música perfeita. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#00cccc;"&gt;Contrato fechado, apertos de mãos e eu tinha tanta certeza que ela estivera por aqui. Maior besteira do mundo é o homem achar que sabe o cheiro de perfume de alguém. Tem noção de quantas mulheres usam a mesma marca de perfume? Ainda mais se estiver na moda, e com certeza está. Bom gosto, ela tinha bom gosto da escolha do prato até o dom de se despir. Não demoro mais que 1 hora para conseguir convencer que eles tinham que aceitar a consultoria da minha empresa e saio de lá como se fossemos grandes amigos. O celular a tocar. São os amigos chamando para o Snooker. Eu digo que estou indo. Mas não quero demorar. Na verdade eu nem queria chopinho com os amigos. Queria mais uma noite inebriado dela. Conversa jogada fora, perguntas sobre futebol, sobre como foi o dia, e aquela morena que acabou de ser contratada, o que fulana faz na cama, o que cicrana faz no carro, um monte de frustrado que deve voltar pra casa sozinho, ou para um casamento medíocre que eles recuperam cantando de galo em meio a um bar. Eu? Sou solteiro. E isso me é um prazer inenarrável. Um prazer que só se compara ao de estar no meio das pernas dela, e ver como ela reage ao dizer que é linda, gostosa e ver o corpo reagir como se aproveitasse o calor das palavras para florescer. Sou mais novo que ela, mas nem parece. Parece exatamente o inverso. Dizem que as mulheres se tornam chatas depois dos 30. Eu digo que elas são mulheres mesmo depois dos 30, e digo isso com o sabor dela em minha boca quando chego em casa.. Com mo cheiro nos lençóis. Que ainda estão do mesmo jeito. Desarrumados. Com o perfume dela entre os travesseiros. Um banho. Deitar nu. Aspirar o aroma. E o corpo. Ele responde ao cheiro, responde a minha mão ou a dela que desce pelo abdômen e toma o sexo. Que envolve e move. Que me arranca gemidos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;Seis horas da manhã. Um olho abre e o outro não. "Ah! Pelo amor de Deus! O sonho... ele estava aqui... ele ia me beijar... é o jeito, né?" Ela se ergue na cama lembrando que não pegou o telefone dele... ele tinha o telefone dela, mas ela não sabia o dele e não lembrava o endereço. A vontade de tê-lo contra ela a fez esquecer até o trajeto a casa dele. Bom, paciência! O jeito era esperar o próximo da fila, mas, não ia ser assim. Ela não era fácil. Ela se virou na cama, suspirando. O que ele tinha de diferente? Sim, o perfume de cheiro amadeirado insanamente elevador de tesão! O corpo gostoso com as gordurinhas no lugar. Homem musculoso demais parece tora de madeira. É bonito de ver, ruim de pegar. Ele tinha a pegada também. Ela sabia que ele era meio malandro. Solteiro, né? O teto precisava de uma cor nova... e ela olhou de novo o teto. Não era só uma cor nova... bolha! Argh! De novo, não! Não! Não! Não! Infiltração! Ela se sentou na cama exasperada, quase à beira das lágrimas. Colocou os pés para fora da cama e se encaminhou para o banheiro. A vida continuava... e, infelizmente, a bolha no teto a chamava para a triste realidade de uma nova pintura. Ia vender aquela droga de apartamento! Olhou para a cama e constatou com tristeza que nunca se divertira naquele aposento com homem algum. Aliás, em nenhum cômodo daquela casa... nenhum amigo! Que diabos de vida era aquela? Lembrou do sorriso dele, do jeito matreiro, da conversa inteligente... e quis aconchegar-se no corpo dele por um pequeno momento como amigos fazem porque ela xingava o pintor de uma ronca e fuça que tinha feito a pintura da casa.&lt;br /&gt;Ela ia mandar fazer uma cópia de uma pintura famosa... quem sabe a Vênus? Não... as gordinhas! Sim, as gordinhas sexy para não sentir vergonha da celulite quando olhar para o teto. Questão de ordem prática: para onde ir? Da última vez, enlouqueceu uma amiga... a única! Gente, o que aquele homem fizera com ela em uma noite? Sexo! Dã! Não... o magnetismo, o cheiro... ai! Amor, volta, me deixa ficar inebriada de tanto tesão e esquecer a vida certinha e tola que vivo! Ela olhou para o lado, para a porta do banheiro e viu uma escultura em cima do aparador do quarto, uma escultura antiga da aula de arte de tanto tempo atrás: sexy, forte e animal. Sexo! Um casal copulando. A manhã tranqüila a trouxe para o mundo... por que estava escovando dente cedo se era sábado??? Arrastou-se para a cama, mas, o teto úmido não a deixou dormir. Queria a umidade de uma boca para dar cor a um pedaço cinza de reboco.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#00cccc;"&gt;Quem pagou a conta do sol? Acho que é o primeiro pensamento que me invade ao rolar na cama. O perfume ainda esta aqui, dá pra acreditar? Não eu acho que não é no lençol, mas em mim. É a vontade de quem sabe ter novamente aquele corpo sob o meu.. sobre o meu.. ao lado do meu.. de sentir a pele arrepiar ao mais simples toque. Eu abro os olhos e o sol, ah não o sol. E que dia é hoje? Sábado. Hoje é sábado, é dia de futebol na praia com os amigos. Cerveja, sol, mar, mulheres. Meus olhos correm ao criado-mudo. Talvez eu mande pintar novamente o apartamento, quem sabe uma cor mais viva. Ou quem sabe deixe quadros tortos na parede. Acho que sou organizado demais. O papel. Eu deixo os meus dedos tocarem a folha de guardanapo, e números rabiscados. Eu não acredito que não peguei o nome dela. Cara como você sabe ser estúpido às vezes. E rio sozinho comigo mesmo. Tem melhor companhia para rir? Às vezes... Principalmente quando a companhia tem dois belos pares de pernas, olhos que parecem me despir, mãos que sabem exatamente onde tocam e boca redonda e macia dona de beijos avassaladores. Ah, de que adianta se esfregar na cama e não no corpo quente hm? Eu levanto, deixo o corpo nu caminhar para o banheiro. Um banho, a barba por fazer, eu penso em tirar, mas lembro do “ah, arranha.. é gostoso” e resolvo deixar. Não vai fazer mal mantê-la pelo feriado. Levo o telefone comigo. Ligar? Não Ligar? Dizem que quando a foda é boa sempre se liga no dia seguinte. Eu rio comigo mesmo, que frase canalha. Mas eu sou canalha, ao menos é o que meus amigos falam. Solteiro com a minha idade só pode ser canalha. Mas eu nem cheguei aos trinta ainda. Tá. Eu to na porta. Eu vou pro futebol. E quem sabe a noite? À noite.. a noite sempre é uma criança. Eu guardo o papel, vou ligar. E pensar na desculpa de sequer saber o nome dela.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Photo by Gia Kali&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8811298078741411022-1668619797596586158?l=immortallust.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://immortallust.blogspot.com/feeds/1668619797596586158/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8811298078741411022&amp;postID=1668619797596586158' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8811298078741411022/posts/default/1668619797596586158'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8811298078741411022/posts/default/1668619797596586158'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://immortallust.blogspot.com/2007/11/i-casual-by-kock-and-gia-kali.html' title='I - Casual - By Kock and Gia Kali'/><author><name>Malcovich, R. &amp;amp; Camplett, E.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10503236685333675800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_D8hV9D1elGw/RyyfE10mW4I/AAAAAAAAAQ8/HEbW1CJvgHw/s72-c/showimg.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8811298078741411022.post-2974341578880313433</id><published>2007-11-03T08:23:00.000-07:00</published><updated>2007-11-03T08:27:37.902-07:00</updated><title type='text'>Projeto: Contos à 4 mãos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Caros leitores desde humilde e aconchegante espaço. Interatividade é a palavra do momento. E como sempre a busca de inovar (nem tão inovador assim) estamos começando um novo projeto. Contos à 4 mãos. Como vai funcionar? Simples. Eu e você faremos a história em parceria. Olha como é fácil? Estou convidando amigas, amigos (sim, porque em literatura, sexo é lúdico. A não ser que você use para extravasar suas vontades, obviamente. Neste caso é a nível de entretenimento então meninos, não se acanhem em usar calcinhas para mim. Rá! Brincadeira. A primeira leva de contos, eu interpretarei um homem. Na segunda leva, uma mulher), e leitoras, ou leitores. Espero que gostem dos textos, participem, e comentem. Ah para os envergonhados, usaremos pseudônimos, hm?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um cheiro à todos.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8811298078741411022-2974341578880313433?l=immortallust.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://immortallust.blogspot.com/feeds/2974341578880313433/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8811298078741411022&amp;postID=2974341578880313433' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8811298078741411022/posts/default/2974341578880313433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8811298078741411022/posts/default/2974341578880313433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://immortallust.blogspot.com/2007/11/projeto-contos-4-mos.html' title='Projeto: Contos à 4 mãos'/><author><name>Malcovich, R. &amp;amp; Camplett, E.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10503236685333675800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8811298078741411022.post-4669169441957638555</id><published>2007-10-25T08:08:00.003-07:00</published><updated>2007-10-25T08:11:39.144-07:00</updated><title type='text'>In nomine Patri...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_D8hV9D1elGw/RyCyCsalXMI/AAAAAAAAAPk/Gle6qR2ACu0/s1600-h/10-thumb.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5125292135299767490" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_D8hV9D1elGw/RyCyCsalXMI/AAAAAAAAAPk/Gle6qR2ACu0/s320/10-thumb.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Os passos seguiam lentos na nave da catedral. Naquele imenso lugar apenas o som dos passos podia ser escutado. As vezes eu achava que as estátuas queriam falar comigo. Acho que até hoje não me enganei quanto a isso. Olhar aquelas estátuas de santos, e anjos que sofreram, dando de si o sangue para conseguir a redenção. Hoje eu já não sei que parte disto é alienação ou besteira e também não quero mais saber. Não me importa mais. As paredes deste lugar escondem segredos que deixariam o mais torpe homem envergonhado. As paredes deste lugar escondem ela. Até hoje ao lembrar meu corpo arrepia inteiro. Engraçado como até hoje sensações me perseguem. Eu já não moro mais dentro destas paredes, já não sou um garoto inocente que acreditava servir a Deus. Deixo meu corpo sentar no banco de madeira para olhar as estátuas novamente. E é como se eu voltasse no tempo. O fechar os olhos, o respirar. A ansiedade daquele primeiro dia. A mão que pousou na minha coxa com um leve apertar. Na época eu imaginei que fosse algo apenas para me fazer abrir os olhos. Hoje, eu percebo. Era o informar que eu já havia sido escolhido. Abri meus olhos e ali estava ela. Os olhos de um negro que pareciam me sugar. O rosto delicado e angelical envolto pelo manto do hábito. O sinal, o sinal que ela possui sobre o canto dos lábios, sinal que ansiei por tantas noites deslizar a minha língua ávida em busca de seu beijo. E ela me sorriu. Daquele jeito delicado e doce que pretende acalmar o espírito.&lt;br /&gt;- Bom dia, você é Mates não é? Sou a irmã Claire... o Bispo pediu que eu o levasse até seus aposentos.. ele irá vê-lo mais tarde.&lt;br /&gt;Aquela voz suave e delicada fora para sempre a minha perdição. Hoje, eu sei disto. Na época eu apenas me deixei sorrir timidamente e ser levado por ela pelos corredores da sacristia até meu quarto de paredes de pedras. Lugar simples. Uma janela, um guarda-roupas antigo, uma cama de cimento. Uma mesinha de estudos, alguns livros, a bíblia e a minha fé. Havia ainda um chicote de cordas dentro do guarda-roupas, assustei-me com aquilo e na visita do bispo mais tarde fiquei sabendo que era para os rituais de auto-flagelo. Estranho prazer de punição. Me perguntei uma única vez se Deus me castigaria com chicotadas caso eu tivesse pensamentos libidinosos. Hoje eu sorrio. A igreja é a precursora do BDSM, não há quem me tire esta idéia da cabeça. Os dias se passaram na catedral, eu cumpria as obrigações que me cabiam e a noite era voltada a orações e o recluso. Mas durante as missas, meus olhos sempre viam os olhos dela. Me sorria de um jeito que me desnudava a pele em frações de segundos, e eu descobri o sabor que tem o chicote de cordas em minha pele. Descobri-me uma noite a sonhar. Sonhar com os lábios de Irmã Claire a me beijar a boca e as delicadas mãos a me tocar. A me tomar o peito, a deslizar para o meu sexo. E acordei durante a noite a sua frio. Lembro que foi a primeira vez que resolvi que precisava reafirmar a minha fé. Levantei e tomei o chicote, bati temerosamente a primeira, segunda, o ardor na pele. Terceira, quarta... a partir da quinta os açoites já eram mais intensos e violentos e eu sentia o sangue a me escorrer pelas costas. Ao fim do flagelo, eu estava curado do desejo pecaminoso. E minha fé reacendida. Mas meus sonhos não me abandonaram. Eu sonhava com o cheiro, com o sabor que teria a pele, com a cor que teriam os mamilos, se haviam pelos ou não em sua vagina. E os sonhos passaram a ser acordados. A se passarem durante as missas. E meus rituais de punição se tornavam mais bruscos e violentos. E os sonhos mais pervertidos. Sonhava com penetrações. Em possuir a Irmã Claire, em ter a boca da mulher a tomar meu membro. Membro. Não tenho mais certos pudores em falar algumas palavras que antes me soavam como palavrões. Meu pau, minha pica, meu cacete.. sonhava com ela a me abocanhar o pau com apetite de uma vagabuda. Sentia as mãos me percorrendo a coxa e foi nesse momento que abri os olhos para minhas visões. Ela estava ali, e quando abri os olhos assustado, ela colocou o dedo diante dos lábios me pedindo um silêncio necessário, o som da porta sendo trancada.&lt;br /&gt;- Em alguns dias sairá sua ordenança. E vai embora da catedral para uma paróquia no interior não é?&lt;br /&gt;A voz dela era quase abafada pelo meu respirar. Pelos meus olhos arregalados a observa-la. Era uma visão. Só podia ser uma visão. Eu respondi num meneio positivo da cabeça, num engolir seco.&lt;br /&gt;- Se ficasse aqui, eu poderia esperar mais tempo, até ser menos arriscado vir para as galerias, mas como vai embora..&lt;br /&gt;E aqueles dedos delicados. Dedos que beijei tantas vezes em respeito e benção, erguia o habito, retirava o tecido que cobria o corpo revelando as respostas das minhas perguntas lascivas. Um corpo esguio. Sem muitas curvas. Seios pequenos de bicos rosados. A buceta coberta de pelos negros que tapavam a vista inquisitora. Levantei-me da cama, correndo para o guarda-roupas em busca do meu açoite. Eu estava excitado, desde antes de acordar com ela no meu quarto. E precisava da minha fé. Da minha verdade. Tomei o açoite e comecei o flagelo com o ruído das cordas nas costas calejadas, marcadas.&lt;br /&gt;- Confiteor Deo omnipotenti et vobis, fratres, quia peccavi nimis cogitatione, verbo, opere et omissione: mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa. Ideo precor beatam Mariam semper Virginem, omnes Angelos et Sanctos, et vos, fratres, orare pro me ad Dominum Deum nostrum.&lt;br /&gt;Ela apenas se mantinha ali ao lado. Nua. O sorriso doce nos lábios, aquela pinta que me tirava os sentidos apenas de recordar. Deixou que me batesse até que o sangue começasse a escorrer pelas feridas novamente abertas e então segurou minha mão. Retirou-me o açoite dos dedos e os dedos dela delicadamente tomavam meu rosto molhado de lágrimas, duvidas, desejos e medos.&lt;br /&gt;- Você é um homem de Deus, um representante do Senhor na terra. Eu prometi servir ao senhor, e a ele entregar meu corpo. Então, receba-o, em nome do Senhor.&lt;br /&gt;E aquela boca, delicada, fina, tomou a minha, num beijo intenso. A língua que me invadia a boca, os dedos que percorriam o caminho para a minha nuca.. os mordiscares que dva nos meus lábios prendendo-os em sua boca. Fora impossível negar o beijo, fora impossível impedir que minhas mãos tomassem as costas delicadas, e deslizassem sentindo a pele, e o gosto. O sabor do beijo, da pele do pescoço.. era mais delicioso do que qualquer sonho que eu pudesse ter tido. Era fresco. Ela cheirava a flores e aquilo inebriava. E ela me tirou a calça, com sorrisos ao ver o meu estado.&lt;br /&gt;- Tem um demônio no corpo, Irmão... é meu dever expulsa-lo.&lt;br /&gt;E sorria daquele jeito lascivo de uma mulher que sabe o que quer e como faz. A boca que descia tomando meu corpo, mordiscava meu peito, e seguia trilhando o caminho delicado e raro dos pelos do umbigo até o membro. Ela o envolvia, o tomava entre os dedos e deixava a língua brincar com a extremidade. Tocava-o com o sorriso safado estampado no rosto.&lt;br /&gt;- É tão bonito Mateus.. bonito como um anjo..&lt;br /&gt;E falava isso deixando que eu escorregasse para dentro da boca. Até hoje eu não consigo descrever aquela sensação. Da aspereza úmida e quente da língua que tocava a pele, que deslizava molhando todo o falo. Meu respirar se prendia. E involuntariamente o quadril movia-se para ela, queria que ela me chupasse inteiro. A sensação era maravilhosa. Se aquilo era padecer no inferno, tive certeza que minha alma se venderia. Ela me chupou com primor de quem praticava isso há tempos. Os dedos brincavam nos testículos num acariciar com a ponta deles. E ela permitia a língua matreira a deslizar até a base. Lambia a virilha.. os pelos.. pressionava a base, hoje sei que para não me permitir gozar. E caminhou para a minha cama. Levando-me com o membro na mão. O crucifixo dela pendurado entre o seio. O manto do habito contendo os cabelos negros. Deitou-se e abriu as pernas diante de mim. O cheiro do sexo molhado.&lt;br /&gt;- Vem, meu menino... me chupe.. sabe como ela se chama? É a morada do diabo... a minha menininha.. minha boceta..&lt;br /&gt;Era lasciva, era intensa e naquele momento eu tenho certeza que me apaixonei e não mais teria paz. Eu a obedeci. Ajoelhei-me entre as suas pernas brancas e os dedos dela afastavam as carnes molhadas.. e a minha língua a tomou. Desengonçadamente no inicio.&lt;br /&gt;- Mais devagar... apenas a pontinha da língua meu menino.. apenas a pontinha.. assim.. neste pontinho aqui olha..&lt;br /&gt;Ela dizia entre o resfolegar da respiração me exibindo o clitóris. E eu obediente e aprendiz atendia.. e realizava com afinco os desejos que ela imputia.&lt;br /&gt;- Isso.. assim... é gostoso.. agora chupa.. chupa ela inteirinha.. que boquinha gostosa tem o meu menino..&lt;br /&gt;E a chupei até sentir que ela se esvaia em meus lábios. Assustei-me. Achei que se tratava de urina. Mas o respirar acentuado, o rosto sorridente, os gemidos, era o primeiro gozo de uma mulher em minha boca. E eu havia gostado.&lt;br /&gt;- Enfia em mim.. mete esse seu pau na minha boceta, agora.. vem meu menino..&lt;br /&gt;Os dedos delicados dela buscavam a mim. E me tocavam introduzindo meu membro dentro dela, e novamente aquela sensação. Mas agora mais intensa. As paredes que se contraiam me massageando. Enquanto eu ermo, parado, e ela movia o quadril para cima e para baixo. Incitando meus movimentos. As pernas abertas, os pés que deslizavam sobre a minha coxa, os dedos que tomavam a minha nuca, que deslizavam nas minhas costas, no meu sangue, nas feridas abertas.. os olhos negros me fazendo prisioneiro. Os meus primeiros movimentos, que ganhavam intensidade quando ela guiavam meus lábios para os pequeninos seios..&lt;br /&gt;- Beija...&lt;br /&gt;E eu atendia, atenderia tudo que ela quisesse e pedisse. Eu já a amava. Beijei os seios, chupei-os.. e os movimentos foram se tornando mais intensos, os gemidos mais altos, até o ápice. A sensação de espasmos.. de que eu morreria a qualquer minuto me esvaindo inteiro pelo pau. O Meu gozo veio com o gozo dela, com o arranhar da unha nas minhas costas.. com o beijo apaixonado nos meus lábios. Com a mão que agora tocava a minha caixa. E me fazia abrir os olhos novamente. Eu estava ofegante. Suava. Sentia os pingos do suor descerem pelo meu rosto e limpei com um lenço rapidamente antes de olhar a mulher que estava sentada ao meu lado, com o sorriso doce nos lábios.&lt;br /&gt;- Bom dia, sou a Irmã Claire. Você deve ser o detetive Edward Flaning, não é? O Bispo pediu que eu viesse recebe-lo e leva-lo até a sacristia, ele já virá atende-lo.&lt;br /&gt;Eu sorri para a mulher. Realmente era linda. Uma perdição. Muito mais do que estava contado naquele diário que era a única pista da policia atualmente.&lt;br /&gt;- Sou sim. Vim investigar a morte do Padre Mateus Fantini. Acompanhei a mulher quando fechei o livro escrito pelo padre em meu colo. Estar naquele lugar era como poder enxergar pelos olhos dele. Então que ele me mostrasse o que realmente o bispo iria dizer.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8811298078741411022-4669169441957638555?l=immortallust.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://immortallust.blogspot.com/feeds/4669169441957638555/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8811298078741411022&amp;postID=4669169441957638555' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8811298078741411022/posts/default/4669169441957638555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8811298078741411022/posts/default/4669169441957638555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://immortallust.blogspot.com/2007/10/in-nomine-patri.html' title='In nomine Patri...'/><author><name>Malcovich, R. &amp;amp; Camplett, E.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10503236685333675800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_D8hV9D1elGw/RyCyCsalXMI/AAAAAAAAAPk/Gle6qR2ACu0/s72-c/10-thumb.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8811298078741411022.post-2068753714944197688</id><published>2007-10-25T08:07:00.000-07:00</published><updated>2007-10-25T08:08:13.394-07:00</updated><title type='text'>Reflexões</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffcc33;"&gt;"Teus olhos imorais,Mulher, que me dissecas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffcc33;"&gt;Teus olhos dizem maisQue muitas bibliotecas..."&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;(Cesário Verde)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8811298078741411022-2068753714944197688?l=immortallust.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://immortallust.blogspot.com/feeds/2068753714944197688/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8811298078741411022&amp;postID=2068753714944197688' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8811298078741411022/posts/default/2068753714944197688'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8811298078741411022/posts/default/2068753714944197688'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://immortallust.blogspot.com/2007/10/reflexes_25.html' title='Reflexões'/><author><name>Malcovich, R. &amp;amp; Camplett, E.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10503236685333675800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8811298078741411022.post-6054494163133417512</id><published>2007-10-17T10:15:00.000-07:00</published><updated>2007-10-17T10:18:15.532-07:00</updated><title type='text'>Visita à Desireé - Parte 2 (Final)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Os olhos de Kock se mantinham sobre a pequena Ammellie, havia um misto de sorriso e satisfação esboçado no rosto angular e belo do homem que a fazia gemer ainda mais alto. As mãos da pequenina erguidas pelo braço de Victor. O homem deixava que os lábios presenteassem a pele virginal com beijos e mordiscares. O membro a deslizar entre as pernas da garota que tentava em vão arqueá-las levemente. O corpo amolecia por inteiro. Sentia o melar das coxas, o abdômen que subia e descia em uma velocidade ofegante. Ela gozaria, gozaria não no membro de Victor entre suas pernas, mas nos olhos de Kock que a possuíam inteira. O rapaz atrás da pequena movia-se. Deixava-se esfregar nela. As mãos tocavam os pequenos e rijos seios, brincavam com o biquinho sem muita destreza, mas ainda assim, sob aquele olhar qualquer toque se tornava inebriante. As mãos de Desireè tomavam o cabelo da ruiva que estava entre as suas coxas. Gostava daquela sensação de comandar. Gostava de ter total controle sobre a vontade de outro. E era assim que provocava Lucrecia, enquanto a mulher se esbaldava em chupar-lhe o sexo com volúpia, melava-se inteira no sexo de Desireè. Mordiscava. A ponta da língua provocativa brincava como fazia com seu mestre, tocava-lhe a ponta do clitóris e deslizava para dentro do sexo da mulher. Desireè deixou escapar um gemido que lhe traia. Mas vinha o tapa. O tapa forte contra o belo rosto da escrava de Kock.&lt;br /&gt;- Eu lhe permiti que me fodesse com essa sua língua de merda, sua vagabunda? – E a mão da Domme a puxava pelo queixo.&lt;br /&gt;Os olhos de Lucrecia eram de desculpas. Não podia ter agido por conta própria, não podia ter feito aquilo, era uma impura, não era digna de chupar a amiga de seu mestre.&lt;br /&gt;- Me perdoe senhora, me perdoe.&lt;br /&gt;E outro tapa. Marcava o rosto de Lucrecia com os dedos finos. Parecia até mesmo haver algo mais do que disciplina em seus atos. Descia a perna do braço do sofá. Se aquela vagabundinha de Kock continuasse ela gozaria com toda a certeza e não seria bom que seus escravos a vissem gozando para outra e tão rápido. A culpa era de Henrick que se mantinha ali imóvel. Nem os ruídos do tapa, ou os pedidos de Lucrecia pareciam capaz de tirar-lhe do transe nos olhos de Ammellie. Os olhos da Domme estavam novamente sobre os do Mestre e aquilo parecia rasgar-lhe inteira numa onda de calor que não podia justificar. Lucrecia abaixava-se. Lambia as botas de Desireè num pedido de desculpas muda e a mulher não se deixava voltar atrás.&lt;br /&gt;- Basta!! – e erguia a mulher pelos cabelos fazendo-a reclinar-se no encosto do sofá, mantendo as nádegas empinadas e redondas para cima.&lt;br /&gt;- Vai me castigar senhora? – Indagava a voz doce e sedutora de Lucrecia. Kock sabia trabalhar bem suas escravas e o sorriso de satisfação que Desireè não pôde ver desenhado nos lábios carnudos da mulher entregava que o ato havia sido pensado exatamente para chegar onde ela queria. O Castigo.&lt;br /&gt;Desireè não respondia. Os olhos fixos em Kock sentiam a vagina formigar inteira. Queria que ele a fodesse. Que estranho dom era aquele do Dominador? Ele estava trepando com a escrava e com ela ao mesmo tempo, sem tocar a escrava e a ela sequer destinava o olhar. Desgraçado. Virava-se de vez, deixando os dedos tatearem a baixela de prata na sala com alguns apetrechos e deixava o dedo deslizar sobre o dildo, negro. Num tamanho desproporcional. Orgulho de orgias romanas talvez. E vestia a calcinha que o prendia. Era um homem e em seus devaneios psicóticos talvez até pensasse ser o próprio Kock naquele instante. O falo rijo sintético a apontar para o alto, guiado pelas delicadas mãos da dominatrix. Ela sorria, caminhando para a frente do rosto de Lucrecia.&lt;br /&gt;- Vai aprender a se portar com uma Domme, sua cadela imunda...&lt;br /&gt;E novo tapa. O rosto da mulher chegava a virar pela violência da mão que lhe marcava o rosto. Doía. Sim doía, mas ela se sentia tão presa e excitada àquela dor. Os olhos de Lucrecia voltavam suplicantes para os olhos da Domme..&lt;br /&gt;- Abre a boca cadela vagabunda e chupa. Chupa o meu pau.&lt;br /&gt;Sorria com escárnio quando a pequena e desejosa boca de Lucrecia tomava o dildo. Não conseguia envolve-lo inteiro, nem mesmo abocanhar a glande inteira na boca.. era grande. Nunca havia brincado com um desses, e de repente sentiu medo. Mas um medo aliado a uma vontade imensa de sentir-se rasgada ao meio por aquele membro negro. E lambia inteiro.. deixava a língua deslizar do topo à base, como uma gatinha sedenta a beber o mais puro leite. Os dedos brincavam ao redor do dildo, como se masturbasse o membro de sua Domme honorária. Os olhos se mantinham baixos, como uma serva deveria ficar e nisso, Lucrecia mostrava total talento. Os olhos de Desireé ainda estavam sobre Kock. E para os dele não havia outro lugar. Victor deixava que a mão deslizasse pelo abdômen. Que os dedos descessem até o ventre.. e afastava. Expunha o clitóris, ao dedo. À ponta do dedo que deslizava sobre ele, sem sequer deixar de beijar a nuca, de respirar ofegante entre os fios de cabelo. De deslizar a boca ao lóbulo em mordiscares, permitindo à língua contornar a orelha. Ammellie arfava. A boca entreaberta deixava a ponta da língua contornar os lábios e os olhos imploravam pelo toque de Kock. Queria que ele arrancasse as mãos de Victor, que fosse ele a prová-la daquela forma. E nesses pensamentos sentia o estremecimento lhe tomar as pernas, molhava ainda mais.&lt;br /&gt;- Senhora.. eu não agüento mais.. eu vou gozar..  – A voz delicadamente juvenil sussurrava ao mesmo instante em que o grito de dor de Lucrecia era ouvido. Desireè a penetrava sem dó ou piedade, fazendo o corpo da slave tombar para frente. Dor, a dor era lacerante. E por alguns segundos para ela não houve prazer algum. Houve a sensação de ser aberta em duas. A sensação do filete de sangue que escorreu pelas pernas. A lagrima que brotava aos olhos quando ela tentava agarrar o couro do sofá. O morder da própria boca para conter mais gritos. Kock não a maltratava assim, era algo novo. E ela já não sabia se gostava tanto de estar dominada por Desireè. Mas não podia voltar atrás ou seria castigada com algo maior.&lt;br /&gt;- Toque-a. – Pela primeira vez durante aquela orgia a voz rouca de Kock se fez escutar. Era imperativa e destinada a Desireè. Mas os olhos dele não se desviaram de Ammelie. A garota estava prestes a gozar. E ele queria ver o quanto ela agüentaria.&lt;br /&gt;A Domme escutou a ordem e mecanicamente, levou os dedos ao sexo de Lucrecia. Habilidade. Desireé possuía toda uma habilidade com as mãos, manuseava o clitóris com delicadeza e certeza nos toques, deslizava-o escorregadio entre os dedos, massageava. E manteve o ritmo até perceber que a musculatura de Lucrecia já não estava tensa. Que alem dos gemidos de dor, os luxuriosos de prazer começavam a brotar e então voltava a se mexer dentro da garota. Os olhos da Domme sobre os de Kock. A pequena Amellie disse que gozaria, informava sem pedido algum. Para Desireé a ordem de Kock fora um tapa no rosto. Não queria continuar com aquilo não queria ver o que seus ouvidos acabavam de escutar. Kock mantinha o olhar e por ele dizia que não era hora. E Ammellie puxava o ar para si com toda a força dos pulmões.&lt;br /&gt;- Não senhora.. eu.. – titubeava o formigamento já lhe consumia todo o ventre – eu não posso gozar agora.. eu.. eu agüento mais.. agüento..&lt;br /&gt;Kock sorriu. E só então caminhou até a garota. O cheiro do homem. Os gemidos de Lucrecia que explodia em gozo sem prévio aviso, devido à mão de sua senhora no momento e do descaso dela por estar presa aos olhos de Kock e de Ammellie. Desireè molhava inteira. Não.. não podia ainda ser tão fraca assim perto daquele homem. E Kock deixava o corpo estar a milímetros de Ammellie. A mão que tocava o sexo. Os dedos que deslizavam suaves, quase imperceptíveis pela fenda até o clitóris.&lt;br /&gt;- Goze agora minha criança...&lt;br /&gt;Não seria preciso sequer a penetração para fazer o corpo de a menina converter-se em espasmos que lhe tremiam toda a carne. Gozava. Abundantemente nos dedos de Henrick. Era dele o seu gozo, como fora cada suspiro de prazer que dera naquela sala. Uma experiência incomum que ela sabia que jamais presenciaria novamente, se não fosse ao lado dele. As pernas amoleciam e mantinha-se em pé tão somente apenas pelas mãos de Victor que a segurava. Ofegava e em momento algum do gozo, desviou os olhos daquele que para ela, em seu intimo seria sempre o seu verdadeiro senhor. Ele sorriu. Retirava o dedo do sexo da garota. Esfregando os dedos um no outro, deixava-se sentir o cheiro passando-os perto do nariz. Virginal. Ele sorriu virando-se para Desireè. Que ainda o olhava. No momento do orgasmo de Ammellie ela tinha se permitido sair de dentro de Lucrecia que estava sentada na poltrona.&lt;br /&gt;- Leve-a Kock. Eu usei a sua escrava, sei que tem um preço a pagar. – Havia mágoa, extrema mágoa no tom de voz da linda mulher diante dele.&lt;br /&gt;Ele sorriu. Deixou os dedos tomarem a nuca de Desireè puxando-a para si. Fazendo os lábios encontrarem os dela, num beijo lascivo. A língua que adentrava a boca da mulher, provocativa. Os lábios úmidos que sugavam os dela com força, com desejo que faziam a Domme amolecer envolvendo-o pelo pescoço. Deixava o membro sintético roçar o verdadeiro por baixo da calça de Kock.&lt;br /&gt;- Eu não re-adestro slaves... – Murmurava ao mordiscar os lábios de Desireè. – Viveu tanto tempo sob meu domínio e esqueceu como procedo, Catarina? – A garota é sua... E sim... vc me deve. Usou Lucrecia. Eu vou cobrar. No momento exato. Por hora. Estou grato pela visita.&lt;br /&gt;Ele sorria e afastava-se. Saia-se daqueles braços que lhe envolviam o pescoço, porque ele assim havia permitido. Estendeu a mão para que Lucrecia viesse. E a mulher ia. De cabeça baixa, como uma cachorrinha que revê o dono após um longo tempo.&lt;br /&gt;- Vamos Lucrecia.&lt;br /&gt;A mulher meneava a cabeça afirmativamente, obediente. Havia feito como seu dono pedira, induzira Desireé ao seu limite. Pegava as roupas para vestir-se. E seguia pouco atrás de Kock para a porta. Ammellie o olhava, como se pedisse, implorasse para ser levada por ele.&lt;br /&gt;- E Desireè.. ainda tem muito de bottom em vc minha querida. Uma slave retraída e vingativa.. – ele sorriu, abrindo a porta. – Eu já tenho meu preço. Ligarei para cobrá-lo. Por hora, melhor tirar do baú sua antiga coleira com as iniciais HK.&lt;br /&gt;E saiu pela porta, seguido por Lucrecia. Deixando para trás Ammellie, Victor, e Desireeé que apenas ao escutar as palavras coleira.. iniciais.. HK.. sentia as pernas tremerem. A respiração entrecortar. Maldito Kock.. Maldito. Maldito controle que ainda tinha sobre seu lado Slave que ela jurava ter morrido.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8811298078741411022-6054494163133417512?l=immortallust.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://immortallust.blogspot.com/feeds/6054494163133417512/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8811298078741411022&amp;postID=6054494163133417512' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8811298078741411022/posts/default/6054494163133417512'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8811298078741411022/posts/default/6054494163133417512'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://immortallust.blogspot.com/2007/10/visita-desire-parte-2-final.html' title='Visita à Desireé - Parte 2 (Final)'/><author><name>Malcovich, R. &amp;amp; Camplett, E.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10503236685333675800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8811298078741411022.post-9034297363436105531</id><published>2007-10-14T12:06:00.000-07:00</published><updated>2007-10-14T12:07:05.406-07:00</updated><title type='text'>Reflexão</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffcc00;"&gt;"Nunca vá para a cama com um perfeito desconhecido, &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffcc00;"&gt;a não ser que o desconhecido seja perfeito."&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Mae West (?)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8811298078741411022-9034297363436105531?l=immortallust.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://immortallust.blogspot.com/feeds/9034297363436105531/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8811298078741411022&amp;postID=9034297363436105531' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8811298078741411022/posts/default/9034297363436105531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8811298078741411022/posts/default/9034297363436105531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://immortallust.blogspot.com/2007/10/reflexo.html' title='Reflexão'/><author><name>Malcovich, R. &amp;amp; Camplett, E.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10503236685333675800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8811298078741411022.post-4003826911848253442</id><published>2007-10-12T06:27:00.000-07:00</published><updated>2007-10-12T06:30:31.758-07:00</updated><title type='text'>Visita à Desireè - Parte I</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_D8hV9D1elGw/Rw92oe9zd7I/AAAAAAAAAMo/guiW8sD9MgM/s1600-h/aria.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5120441739222677426" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_D8hV9D1elGw/Rw92oe9zd7I/AAAAAAAAAMo/guiW8sD9MgM/s200/aria.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Os saltos altos tocavam o chão da sala quando lhe abriam finalmente a porta. Não gostava de esperar muito tempo para entrar na própria casa, e o não gostar era habilmente retratado no rosto sério e de olhar cinza e frio que adentrava. Tinha uma pele pálida. Alva como um mármore e tão gélido quanto. Não que isso fizesse dela menos atrativa, ao que tudo indicava surtia exatamente o efeito contrário. Os cabelos eram negros, de um negro envolvente como a noite que atiça a alma dos amantes e poetas lascivos ou enamorados. Sequer se deu ao trabalho de olhar o homem que se curvava para deixa-la passar. E aquele ser inútil nem mesmo ousava dirigir-lhe o olhar. E Desireè passava em direção à poltrona da sala, retirando as luvas brancas, para deixar sobre a baixela de prata que ficava ao lado da poltrona. A mesa estava posta. Com velas, frutas e o cheiro agradável vinha da cozinha. E nem com todo agrado ela sorriu. Mantinha o rosto fechado enquanto o rapaz que tinha lhe aberto a porta vinha sentar-se no chão aos seus pés, para retirar-lhe o sapato. Ela respirava fundo.. deixou que os dedos entrelaçassem os fios de cabelo do jovem que só então a olhava. Ela o tinha tocado, agradado, então ele podia olhar.. e o fazia, como um cão que tem seu dono em total adoração.&lt;br /&gt;- Já está tudo pronto? – A voz era doce.. perigosamente doce.. como um convite ao beijo.&lt;br /&gt;O rapaz apenas meneou a cabeça afirmativamente.. enquanto a mão de sua dona descia pelo rosto. O cheiro da pele dela, o toque delicado das unhas até que ela tocasse sua coleira, onde as iniciais DD estavam penduradas.&lt;br /&gt;- E Ammellie.. onde está?&lt;br /&gt;Era uma pergunta, então ele poderia responder para ela.&lt;br /&gt;- Na cozinha, senhora.. está finalizando o jantar.&lt;br /&gt;E então ela sorria, ela tinha um convidado hoje de demasiada importância, e tudo deveria correr bem, tal qual um relógio inglês.&lt;br /&gt;- Muito bem.. muito bem.. vão aprontar-se.. logo ele deverá chegar, e eu não quero erros ou .. – os dedos que acariciavam a coleira, e desciam ao peito para brincar com o piercing do mamilo subia bruscamente, tomando a nuca do rapaz, puxando os cabelos com delicada força – castigarei  você.. e Ammellie..&lt;br /&gt;O rapaz sentia o corpo inteiro arrepiar naquele arranhar da unha em sua nuca. No puxar da cabeça para trás, era entregue e gostava daquela sensação. Esperou que Desirrè lhe soltasse os cabelos castanhos para que ele pudesse se levantar e avisar a sua irmã que deveriam se aprontar. Ela observava a garota de longos e lisos cabelos castanhos como os do rapaz sair da cozinha em passos curtos de gueixa usando tão somente apenas um avental, deixando as ancas aparecerem ao caminhar para o quarto. E não demorava aos passos do lado de fora da porta serem escutados. Nunca entendeu pq ele gostava tanto de usar aqueles malditos metais no solado do sapato. E no automático a imagem do rapaz tornou a surgir pela sala. Nu. Usava apenas a habitual coleira quando estava na casa de sua senhora. E abria a porta, sem sequer olhar para homem que entrara. Ou para a companhia feminina que trazia com ele.&lt;br /&gt;- É o Mestre Kock, senhora..&lt;br /&gt;A voz saia semi abafada pelo rosto constantemente retraído. E o homem entrava. Um adocicado perfume de maçã e canela que parecia ter uma morada fixa na pele daquele homem bem vestido. Os olhos de um castanho-esverdeado que beiravam o amarelo. Os cabelos negros, repicados e arrepiados. A roupa usualmente negra. A mulher que entrava a seu lado tinha a exata noção de saber o que era. E não entrava na casa tão submissa quanto os slaves de Desirrè.  Era a atual escolhida de Kock. E se fazia notar porque quando se fazia entrar. O salto agulha finíssimo. As curvas delicadas do corpo acentuadas pelo vestido negro, que moldava todo o corpo. Os olhos azuis delineados pelos contornos negros. A coleira que ostentava com o orgulho de uma gata siamesa. Desirrè a olhou e era a única coisa não permitida para a pequena Lucrecia, que baixava os olhos, afinal Desirrè era uma domme, como seu senhor.&lt;br /&gt;- Sempre pontual... – a voz de Desirrè de repente soara fria, lacônica, tão diferente da sua habitual forma.&lt;br /&gt;E ele sorria, deixando que o rosto tocasse suavemente o pescoço de sua cria. Gostava do cheiro da pele da garota. Era como uma dosagem de ópio.&lt;br /&gt;- Atrasos nem sempre são de bom tom...&lt;br /&gt;Desirreè sequer levantava da poltrona para recepciona-lo. Um ato de rebeldia talvez, ou medição de forças. O rapaz aproximava-se para retirar o casaco de Kock. E logo Ammellie estava entrando na sala. Os olhos do Mestre voltaram para a menina. Nova.. um diamante a ser lapidado, e isso fazia o sangue de Kock ferver. Desirreè percebia e demonstrava com um sorriso dos mais sacanas no rosto.&lt;br /&gt;- Tentador não é? – Enfim levantava-se e caminhava até a garota que estava em pé no meio da sala. – Essa pele.. – e as mãos bem cuidadas da Senhora deslizava pelo rosto de Amellie, a pobre garota sentia o corpo inteiro arrepiar. – Esse cheiro... – e os olhos da Domme estavam presos aos olhos Dele. Lucrecia o circulava como uma gata arisca que por segundos teme perder seu território. Ele nunca havia olhado assim para ela. Porque olhava assim pra aquela menininha? E Desireè sorria, enquanto a ponta dos dedos deslizavam para os mamilos de Amellie que enrijesciam de imediato como um reconhecimento á mão que o tocava. A mão de Lucrecia tomava o peito de seu senhor. Ela o abraçava como se quisesse proteger seu pequeno espaço. E Desirreè parecia se deliciar com o clima.&lt;br /&gt;- Essa boca.. – e era a boca da Domme a tomar os lábios róseos da jovem. A mordisca-los chegando a puxa-los.. a jovem chegava a fechar os olhos, e podia sentir o próprio coração disparar. Um leve gemido escapava dos lábios da garota. – Já imaginou o sabor que a boceta dela tem Kock? – E olhava para o homem que continuava imóvel na sala tendo a bela Lucrecia a começar a desejar a garota de igual forma. E beijar o pescoço de seu senhor. Kock estava ocupado demais preso aos olhos da pequena Amellie.&lt;br /&gt;E os dedos de Desireè desciam. Tomavam o caminho do abdômen, e expunham o pequeno sexo da garota. E fazia um leve sinal para que o rapaz que abrira a porta se aproximasse. E era atendida. O jovem posicionava-se atrás de Amellie, erguendo as mãos dela pelas algemas sem correntes que ela usava. Levando as mãos da mulher para a própria nuca. Presa em um tronco humano. E o próprio jovem já começava a excitar-se, sendo notável a angulação do membro entre as pernas da jovem garota. E sentir a masculinidade sumissa do rapaz. Sentir as argolas de metal que ele ostentava na glande a brincar com a sua intimidade a fazia arreapiar, mas nada.. absolutamente nada estava fazendo com que molhasse mais do que o amarelo dos olhos daquele homem à sua frente. Ele não a tocava, ele não dizia nada. Mas apenas o seu olhar já lhe submetia a uma vontade insana de se deixar ser dele, e apenas dele. E era essa sensação que a fazia melar ainda mais, era essa sensação que a fazia gemer. E as mãos de Desireè tocavam o pescoço do rapaz, induziam os lábios do jovem ao pescoço de Amellie, e ela não fechava os olhos. Não havia como, estava presa a Kock. Lucrecia deixava-se envolver pela cena, e sentia o formigamento latente ao sexo, queria participar, mas seu dono devia permitir. E era com um olhar de criança que vê um delicioso doce na vitrine que olhava para seu Mestre. Kock apenas meneava a cabeça sem retirar os olhos da garota servida como atração principal. Não era uma noite de castigos e só agora ele percebera. Era uma armadilha bem montada por Desireè. E a Senhora sorria para o olhar pedinte da escrava de Kock, poderia castiga-la a sua maneira e deixa-la ali aguando a vontade de sentir o gosto de Amellie.. Mas prmitia que a mulher se aproximasse. E a bela ruiva já iniciava o retirar do vestido negro, revelando as belas formas, revelando a tatuagem com o nome de seu mestre sobre a bunda. Entre as covinhas que enlouquecem as mentes masculinas. Um presente para quando seu mestre a fodesse de quatro, ter a certeza de que era dele. Caminhava lascivamente para a jovem parada no centro da sala que não conseguia desviar os olhos de Kock, nem mesmo esconder os pequenos gemidos, e eram as mãos dele que ela imaginava tomando seu corpo, não a de seu irmão. Era a mão dele que ela sentia através daquele olhar a lhe brincar com os biquinhos do seio tão durinhos, ou mesmo a afastar as nádegas a descer pelo anus e tomar o sexo a lhe abrir, e ela escorria. E envergonhava-se de estar desejando outro mestre que não a sua Domme. Melava-se inteira. Desireè olhava Kock, e era a sua vez de sentir a umidade lhe brotar as entranhas. Aquele olhar. Era como se ele a fodesse pelo olhar para a jovem. E isso lhe dava um misto de prazer e raiva, que a fazia esticar a mão para tomar um de seus brinquedinhos na sala. O ruído do couro que se chocava contra a pele delicadamente pálida de Amellie, que marcava e arrancava um gemer mais alto. E a garota não fechava os olhos.. gemia, mas gemia para Kock e ele sabia. Lucrecia seguia para se aproximar, queria provar aquele liquido que escorria entre as pernas da cria. Mas a mão de Desireè lhe impedia. E era a Domme a retirar a roupa. A chamar com o dedo a slave de Kock, A colocar uma das pernas sobre o sofá abrindo o sexo rubro para ela. Dominar a escrava de um Mestre era sempre mais excitante. Lucrecia olhou para seu senhor, a pedir a aprovação. Ele apenas meneou a cabeça afirmativamente. E ela seguiu. Ajoelhou-se diante de Desireè que lhe sorria.&lt;br /&gt;- Anda putinha... chupe a minha boceta e me faça gozar... – e o estalido do tapa era escutado. A marca dos dedos que ficava no belo e angelical rosto de Lucrecia. O gemido que escapava dos lábios da jovem. O brilho metálico que surgia na língua que se projetava para onde havia sido ordenado. A umidade que se misturava. A saliva à excitação. A língua que brincava como clitóris deixando que o piercing fizesse as honras da casa.&lt;br /&gt;- Chupa direito, cadelinha... – A voz era doce e imperativa. E os olhos de Desireè, estavam no homem imóvel diante da sua escrava. Desireè sabia que usar as escravas de Kock tinha um preço. Usar sua primadona então, era um preço deveras caro. Mas eram os olhos dele que ela buscava. Aquela forma única de domar sem sequer tocar que a fazia molhar ainda mais.. que a fazia mover o quadril e esfregar o sexo na boca da escrava. As mãos de Lucrecia que desciam para brincar como próprio sexo. Enxarcado. E Amellie que sentia o membro a lhe abrir o sexo. Victor jamais passava dos limites antes que a sua Senhora lhe ordenasse. E com aquela garota, este comando ainda não tinha vindo.  &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;*Fotografia de Ken Markus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8811298078741411022-4003826911848253442?l=immortallust.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://immortallust.blogspot.com/feeds/4003826911848253442/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8811298078741411022&amp;postID=4003826911848253442' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8811298078741411022/posts/default/4003826911848253442'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8811298078741411022/posts/default/4003826911848253442'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://immortallust.blogspot.com/2007/10/visita-desire-parte-i.html' title='Visita à Desireè - Parte I'/><author><name>Malcovich, R. &amp;amp; Camplett, E.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10503236685333675800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_D8hV9D1elGw/Rw92oe9zd7I/AAAAAAAAAMo/guiW8sD9MgM/s72-c/aria.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8811298078741411022.post-7269892138069956875</id><published>2007-10-11T09:18:00.000-07:00</published><updated>2007-10-11T09:23:01.975-07:00</updated><title type='text'>Reflexões</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffcc33;"&gt;"Quem por amor se perdeu&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffcc33;"&gt;Não chore, não tenha pena&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffcc33;"&gt;Uma das santas do céu- &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffcc33;"&gt;É Maria Madalena..."&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;(Augusto Gil)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8811298078741411022-7269892138069956875?l=immortallust.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://immortallust.blogspot.com/feeds/7269892138069956875/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8811298078741411022&amp;postID=7269892138069956875' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8811298078741411022/posts/default/7269892138069956875'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8811298078741411022/posts/default/7269892138069956875'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://immortallust.blogspot.com/2007/10/reflexes.html' title='Reflexões'/><author><name>Malcovich, R. &amp;amp; Camplett, E.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10503236685333675800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8811298078741411022.post-6190897421586291693</id><published>2007-10-10T08:05:00.000-07:00</published><updated>2007-10-10T09:33:23.531-07:00</updated><title type='text'>Mais uma noite...</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_D8hV9D1elGw/Rwz-s-9zd6I/AAAAAAAAAMg/D9UtLFEBJM0/s1600-h/311-arwen-2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5119746925183334306" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_D8hV9D1elGw/Rwz-s-9zd6I/AAAAAAAAAMg/D9UtLFEBJM0/s200/311-arwen-2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Era noite, como todas as outras noites em que vago pela rua. As minhas memórias insistem em me trazer de volta o cheiro dela. Insistem em brindar-me com um cheiro cítrico e único e muitas vezes sequer é preciso fechar os olhos. Fechar os olhos pode vir a ser pior. Se conhecem ironia, sabem que vez ou outra ela resolve assaltar a nossa mente. Nunca me importei com luzes como essas que iluminam uma cidade que para alguns olhos parece deserta, e para outros é o antro de perdição. Perdição. O que vem a ser a perdição se não a busca do respirar nos seios de uma bela mulher. E a ironia desta noite me trouxe ao mesmo lugar onde a minha perdição teve início. A mesma porta vagabunda com o mesmo leão de chácara imbecil selecionando com seus olhos e bolso quem entraria ou não no night club. Tenho sorte e cem pratas no bolso. Passo a porta, o homem ainda me sorri com aqueles dentes laqueados em ouro. Um odor de suor e lavanda vagabunda que enoja os sentidos mais apurados. Os corredores são estreitos, escuros e com o jogo de luz que vem vez ou outra do espaço de dança pode-se ver um casal ou outro, ou três, o cheiro de sexo começa cedo. Começa na língua que se pode ver adentrando a boca ansiosa do rapaz.. nas mãos que se misturam e se perdem por dentro de tecidos, jeans, cabelos.. Nos olhos que percebem o visitante e sorriem, descaradamente eles sorriem como se provocassem ou convidassem os desavisados. Os gemidos. Umidade. Mãos que descem secas e retornam úmidas aliadas a suspirares, gemidos, Moveres lânguidos de corpos que simulam algo que não demorará muito para acontecer, mas não tenho tempo. Não foi para ver orgia romana que vim a este lugar e gastei minhas cem pratas. Sigo adiante. Deixando para trás o cheiro de sexo imberbe para adentrar ao salão. O palco estava vazio, então ela ainda não havia começado a seduzir. Não é difícil encontrar uma mesa, difícil é acha-la próxima ao palco. É afastar os grandalhões que insistem em meter a mão entre os seios das garçonetes, em puxa-las para si, e com mãos ávidas, grossas e ásperas adentrarem por baixo dos vestidos, puxando-as para o colo. E é possível ver as calcinhas que são afastadas, os dedos que abrem ainda mais, algumas pernas que cedem estremecidas com o carinho inesperado e se o cliente agrada, outras se indignam com tal tratamento.. uma obscenidade. É sempre assim quando a garota é nova. Dentro de um mês e com as gordas gorjetas as pernas se abrirão ao simples olhar ou chamar do mesmo dedo bruto. Jenny, a loira de poucas sardas no rosto se aproxima, e juro que a bandeira nunca esteve em lugar melhor que não naqueles seios estufados a propor um brinde. Eu peço o de sempre, ela sorri, colando os lábios deliciosamente grossos nos meus, maculando minha boca de um batom perfumado, com cheiro de framboesa. Deixo que a língua limpe a gordura deslizante do batom nos meus lábios e ela segue, não demora a voltar com meu whisky com gelo e deixar sobre a mesa. Pergunta se não vou querer companhia desta vez. Eu sorrio. Não.. não desta vez pequena Jenny, e ela sai. Talvez irritada pelo desprezo, talvez não, rebola ainda mais que de costume arrancando gritos primatas. Quem sabe outro dia. Hoje.. hoje eu serei dela e apenas dela. E os gritos entre as mesas se intensificam. É hora do show. O som de garrafas batidas contra a mesa, de alguns gemidos que já se tornaram maiores e beiram ao êxtase, o cheiro de sexo, de gozo.. o cenário perfeito para que ela entre. Estico minha cabeça para enxerga-la melhor e ela surge. A cascata vermelha que lhe cai até a linha do quadril. Quase posso sentir o perfume de onde estou. Os seios firmes vestidos com uma seda fina, tão rubra quanto os cabelos que ostenta. Os rosto oculto pelo véu, deixa transparecer apenas as esmeraldas que ela carrega nos olhos. Uma jóia que não necessita de adornos, pois nenhuma jóia estaria a altura daquele colo de marfim. Ela segue para o centro do palco numa dança envolvente, num mover sibilante de quadril, num arquear das costas, como se oferecesse o sexo coberto pelo manto vermelho, que deixa antever apenas pela fenda parte das coxas. E a musica se torna mais alta para abafar os urros dos trogloditas enquanto ela dança.. enquanto aproxima seus lindos seios, de mamilos túrgidos do rosto de um desavisado que tenta agarra-la. Ela se afasta. Eu sorrio. Os olhos verdes esmeralda se erguem enquanto ela se deixa abraçar por um homem alto. Permite até que lhe cheire o pescoço, para me provocar. Sim a mim.. Os olhos esmeraldas estão presos nos meus, enquanto a mão com unhas rubras seguem sobre o braço do homem, e ela se move, se esfrega luxuriosa na calça do rapaz, a língua do homem a percorrer o pescoço alvo, a boca que se abre num escapar de um gemidinho sem vergonha, e ela me olha, eu não me movo. Numa brincadeira em saber quem é o predador em verdade.. e as unhas arranham o braço do homem,, afastam as mãos, e ela sai daquele abraço, deixando o pretendente da noite desolado e excitado. Ela dança. Dança como se fosse um ritual para a lua, se oferece enquanto escolhe o consorte da noite, e vem o sorriso. Os olhos verdes que atravessam o salão de encontro ao meu, e ela chama pelos dedos, eu sorrio. Um ultimo gole de Whisky e já nem escuto o reclamar de meus adversários. Agora sou apenas eu e o caminho até ela. Um trajeto curto e subo ao palco, ela me rodeia, meus olhos sequer deixam os dela. E o arrepio causado pelas unhas que deslizam pelas minhas costas, pelo corpo de perfume cítrico que se cola ao meu, pelas mãos que deslizam para o tórax e descem ao sexo sobre a calça. É o sinal, eu deixo que ela brinque um pouco mais com a minha calça e ela brinca de arranhar o tecido sobre a coxa. De desabotoar a calça, de escorregar a mão por dentro dela e por sobre a cueca. E me tem na mão, tem a minha textura rija, desenhada de vasos. Pulsante. E vem a marca com uma mordida na nuca. Que me obriga a fechar os olhos.. enquanto ela move os dedos, num ir e vir gostoso e provocante. Meus olhos abrem, os dela sorriem atrás de mim, eu me viro e são frações de segundos, antes que arranque a manta e jogue-a no chão, gritos, gemidos longe, mas nada mais parece ter sentido senão ela. E com gestos tão apressados quanto os meus ela me despe. Arranca a camisa sem se preocupar com os botões, num afrouxar da gravata afoito, despenteando os meus cabelos castanhos. A calça não demora a ir ao chão, e os lábios levam com eles a cueca.. Nus.. como sempre deveríamos estar. E as bocas que se procuram num caminho certeiro de unir os lábios, a língua que penetra num predizer do que está para vir.. as minhas mãos que tomam os seios, os mais belos seios que já vi ou toquei, os dedos que brincam com os mamilos suavemente, e apertam num contraste de toques que a faz gemer entre meus lábios.. que a faz morder minha boca até conseguir o que quer. Até obter sangue de mim. Os olhos verdes provocativos o sorriso que ela dá enquanto lambe os lábios deliciosamente, a minha boca que desce tomando o lugar das mãos e a chupo. Não como os bons rapazes da vizinhança.. não como o operador da bolsa de Wall Street do horário comercial, lascivo como um animal no cio, marcando a pele, mordiscando. Chupo e ela desce o corpo, ajoelha-se com os olhos fixos onde ela quer.. Onde a mão vem tocar e avisar que se tornou propriedade de seus desejos e me possui. Me possui de um jeito úmido brindado com uma língua que sibila na extremidade do meu sexo. Os dedos que antes acarinhavam os fios vermelhos de seus cabelos agora os puxam. Não há mais a delicadeza. Há a selvageria, e ela sorri, consegue me levar exatamente onde ela quer. Ao limite. Ao extremo. E me deixando escapulir dos lábios me arranha o abdômen, me marca como um gado seu. Eu a chamo de vadia, ela ri.. deixo que as mãos marquem o rosto delicado e alvo, ela pede mais. E o mais pé dado a ela, quando a faço virar-se, e apoiar-se no chão. A mão que desce pelo glúteo, que abre e desliza, e se mela inteira na intimidade dela. Abre espaço para que agora eu a possua.. E não demoro a atender o meu desejo ou o dela. A penetro com fúria e ansiedade, as mãos tomam os cabelos rubros entre os dedos, e ela move-se como nenhuma outra jamais se moveria. E geme. Geme alto e lascivamente, com os olhos fechados. Se entrega entre pedidos de mais, mais e eu a atendo. Atendendo a mim de qualquer modo a tomando com maior intensidade. Puxando-a para mim pelos quadris diante de tantos olhares que deixaram de ser irritados para se tornar desejosos, e os gritos de luxuria vinham de todo o salão. Era o gran finale da noite. A Diva escolheu o consorte, que os convidados aproveitassem o espetáculo em boa companhia. Uma dúvida sempre devia existir entre aqueles homens, porque sempre a mim, desde que decidi freqüentar aquele lugar, mas não era hora para conjecturas e porquês, e sim para sentir o estremecer da carne, o contrair da umidade que me rodeava inteiro. O erguer do corpo dela para que ficasse de joelhos grudado ao meu, para que minha mão tomasse aquele abdômen retilíneo deslizando sobre o pequeno piercing de brilhantes pendurado no umbigo, que seguisse para os poucos pelos rubros que salve guardavam a entrada para o paraíso, e a boca quente e úmida buscava a minha entre palavras de baixo calão. Me chama de puto, cachorro, safado.. e pede que eu enfie mais, e mais e mais.. eu atendo. Até que vem os espasmos, juntos com o contrair.. ela aumenta o mover, chocando o corpo no meu e o gemido de êxtase escapa dos lábios, suada, suado, não tardo a explodir dentro dela em jatos constantes. E nos permitimos ainda a ficar ali abraçados por mais alguns minutos, ela sorri, sussurra ao meu ouvido que me ama. E pergunta de Sophie. Eu a beijo longamente. E me desfaço do abraço murmurando que a amo também. Que Sophie está bem e que a esperaremos em casa. Eu me visto. E desço do palco, ela se cobre e sai de cena. Aos meus pés alguns casais que imitam a arte, outros que se resolvem solitários. Não me importa, o nó da gravata é ajustado, a camisa não tem conserto. E o sorriso abrilhanta os meus lábios. Enquanto saio daquele lugar, o corredor já conhece novos rostos, e eu saio. O ar puro da rua, a luz vagabunda que ilumina a cidade. O meu carro estacionado do outro lado da rua, tateio os bolsos em busca do cigarro. Acendo. Deixo a fumaça me preencher os pulmões, e ligo o automóvel dirigindo até a rua de trás.. não preciso esperar muito Logo ela sai. Os cabelos ruivos presos num rabo de cavalo, A blusinha azul marinho de alcinha a cobrir a linda barriga, os olhos verdes a encontrarem os meus apaixonados enquanto ela recoloca a aliança no dedo. Eu exibo a minha. Um gesto antigo para dizer que está tudo bem. E ela entra no carro. Me dá um beijo daqueles que apenas ela sabe me dar. E segue abraçada comigo todo o trajeto para a casa. Para a nossa casa. Onde não sou mais um operador de Wall Street, onde ela não é mais uma performer de sexo ao vivo, onde uma garotinha de olhos verdes e cabelos cobre nos aguarda dormindo. Onde podemos ser finalmente marido, e mulher.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8811298078741411022-6190897421586291693?l=immortallust.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://immortallust.blogspot.com/feeds/6190897421586291693/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8811298078741411022&amp;postID=6190897421586291693' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8811298078741411022/posts/default/6190897421586291693'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8811298078741411022/posts/default/6190897421586291693'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://immortallust.blogspot.com/2007/10/mais-uma-noite.html' title='Mais uma noite...'/><author><name>Malcovich, R. &amp;amp; Camplett, E.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10503236685333675800</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_D8hV9D1elGw/Rwz-s-9zd6I/AAAAAAAAAMg/D9UtLFEBJM0/s72-c/311-arwen-2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry></feed>
